Rosa Branca

Vem o amanhecer, simples e longo
Olhar, cheio de revelações
Aproximação inevitável
Simplesmente dois corações

Tum dum, o soar do coração
Lento mas revigorante, ainda frio
Ao se descobrir e se revelar, levar
No pulsar da emoção

No embalo da batida, seguiu-se
Claro o tempo estava, todo
Ainda sem contratempos
Assim, mas por pouco tempo

Neste entrementes, amor, poesia
Tudo ria, sincera cumplicidade
Entendimento, que nem entardecia
O inevitável surgiria, e …

Veio então o entardecer, escurecia
Numa arritmia surpreendente, sem riso
Ardente em gestos e pensamentos
Feito quem nada sente, adormecido

Assim termina o dia, em silêncio
Fulminante pela taquicardia
Embora sem o frio ou calor
De todo dia, mas em plena harmonia

Fabrício Feijão

OBS.: Parabéns, meu amigo, pelo belo poema!

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2 responses to this post.

  1. Posted by Filipe Cavalcante on 01/12/2011 at 21:39

    Bravo! Bravo!
    Viu? Nossa turma é agraciada por ter homens sensíveis. Muito bem, Fabrício!

    Responder

  2. Posted by Yasmim Melo on 01/12/2011 at 21:39

    Uau, nossa sala é mais produtiva do que eu imaginava 🙂

    Responder

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